ouvindo: Seu Jorge - Samba Esporte Fino - Em Nagoya Eu Vi Eriko
De fato, pimenta no dos outros é refresco.
Lembro que assistia à "Praça é Nossa" (há muuuuuito tempo), que tinha um personagem, o Canarinho, o qual, basicamente, zoava um brutamonte quando falava alto ao telefone.
Impressionante como tem gente que faz isso na vida real! Pra que celular? O interlocutor, tenho certeza, conseguiria ouvir o cara, de tão alto que o filho da mãe fala!!!
Ah, populares...
-Die Antworten sind alzeit anwesen-
Alice ("Fim de jogo"): Obrigado! :D Ok, vamos lá, então: o protagonista, nosso bravo Holden Caufield, armou um plano de revolta contra a humanidade e decidiu viver como ermitão. No entanto, quando foi se despedir de sua pequena irmã Phoebe, resolveu mudar de idéia, já que ela também queria ir junto. Na realidade, não foi só por isso que ele ficou: dá pra ver, pela descrição dele, que, por meio dela, ele redescobriu que tinha um motivo pra ficar perto de pessoas (pois é, não resisti e pus uma impressão que eu tive). Depois disso, ele segue a sugestão de um dos ex-companheiros de quarto de colégio e vai a um psicanalista. E termina aí. Mas é aquilo que falei: logo no início ele deixa claro que o livro conta somente um ínterim de sua vida, justamente a fase da "guinada". (espero não ter sido muito "plutóide"! hahaha)
Ah sim, o título. Num dos momentos, ele relembra uma cantiga (? - deve ser ianque) que fala de um menino no campo de centeio. Pois bem, ele usa esse cenário pra dizer por que quer se distanciar da humanidade: ele se imagina no meio desse campo de centeio, à beira de um precipício, evitando que criancinhas caiam nele. Daí vem "o apanhador no campo de centeio": a burguesia constituída é uma aberração que oprime impiedosamente, mas ainda há tempo de salvar algumas almas. Acho que é mais ou menos isso. Ou, como diriam os comentaristas de futebol, "acho que, talvez, pode ser isso. Ou não."
Bom, então entramos num período crítico, hein... Já dizia Barack Obama: "Deus abençoe O América!" hahahahaha
De fato, pimenta no dos outros é refresco.
Lembro que assistia à "Praça é Nossa" (há muuuuuito tempo), que tinha um personagem, o Canarinho, o qual, basicamente, zoava um brutamonte quando falava alto ao telefone.
Impressionante como tem gente que faz isso na vida real! Pra que celular? O interlocutor, tenho certeza, conseguiria ouvir o cara, de tão alto que o filho da mãe fala!!!
Ah, populares...
-Die Antworten sind alzeit anwesen-
Alice ("Fim de jogo"): Obrigado! :D Ok, vamos lá, então: o protagonista, nosso bravo Holden Caufield, armou um plano de revolta contra a humanidade e decidiu viver como ermitão. No entanto, quando foi se despedir de sua pequena irmã Phoebe, resolveu mudar de idéia, já que ela também queria ir junto. Na realidade, não foi só por isso que ele ficou: dá pra ver, pela descrição dele, que, por meio dela, ele redescobriu que tinha um motivo pra ficar perto de pessoas (pois é, não resisti e pus uma impressão que eu tive). Depois disso, ele segue a sugestão de um dos ex-companheiros de quarto de colégio e vai a um psicanalista. E termina aí. Mas é aquilo que falei: logo no início ele deixa claro que o livro conta somente um ínterim de sua vida, justamente a fase da "guinada". (espero não ter sido muito "plutóide"! hahaha)
Ah sim, o título. Num dos momentos, ele relembra uma cantiga (? - deve ser ianque) que fala de um menino no campo de centeio. Pois bem, ele usa esse cenário pra dizer por que quer se distanciar da humanidade: ele se imagina no meio desse campo de centeio, à beira de um precipício, evitando que criancinhas caiam nele. Daí vem "o apanhador no campo de centeio": a burguesia constituída é uma aberração que oprime impiedosamente, mas ainda há tempo de salvar algumas almas. Acho que é mais ou menos isso. Ou, como diriam os comentaristas de futebol, "acho que, talvez, pode ser isso. Ou não."
Bom, então entramos num período crítico, hein... Já dizia Barack Obama: "Deus abençoe O América!" hahahahaha
1 mensagens na secretária eletrônica:
18/6/08 12:13
Gostei da sua resenha e de sua impressão. Não há nada de "plutoide".
Ao contrário, escreve bem e pontua bem tb.
=)
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